Todos os adolescentes criam uma referência pessoal, tal qual objectivo, nas suas vidas; o que for mais rápido a resolvê-la ganha algo que, ingenuamente, não percebo o que seja, na realidade nem o significado desta referência percebo.
Talvez seja por pensar nisto desta exacta forma que resolvi meditar um pouco no assunto; desta última nasceram pensamentos, os quais se prolongaram e, finalmente, surgiram palavras para descrever o que são sabia acerca do assunto; por isto escrevo, agora mesmo, o premeditado.
O sonho. Que estranha forma de resolver enigmas. Este que não passa de uma mão cheia de nada e que enche a outra de coisa inexistente, ou nenhuma. Este que, relevância tal, coordena vidas, leva-as onde sempre desejaram ou então, por tamanha desorientação, leva vidas à ruina. Este, que de pensamento nada passa, deriva na mente em esfuziantes imagens, relutantemente recriadas pela retina num processo totalmente contraditório, não fosse inconsciente, ao qual se junta os espasmos corporais nos quais nada tem poder para segurar.
O que quero dizer? É simples, retórico não fosse: o sonho é tudo, tragam-me o nada e mostrem-me as diferenças. A confusão é de que o nada ninguém sabe, tamanha incompreensão; agora o tudo sabem existir, mas de nada sabem deste também; mostrem-me a diferença então.
E é porque a relutância não permite o visionamento incontornável da totalidade, sempre para a parcialidade caminha; mas porque será que temos o nada e o tudo no nosso interior, se esses momentos são dados aquando o nosso estado de maior inconsciência? Talvez para poupar espaço cortical cerebral; ou para não ser fiel a memória deste; que venha o diabo a escolha. O sonho...
Mas calma... Para que é que o adolescente tenta resolver esta questão se ainda abrange mais confusão? Tirem-me a caneta da mão.
Talvez seja por pensar nisto desta exacta forma que resolvi meditar um pouco no assunto; desta última nasceram pensamentos, os quais se prolongaram e, finalmente, surgiram palavras para descrever o que são sabia acerca do assunto; por isto escrevo, agora mesmo, o premeditado.
O sonho. Que estranha forma de resolver enigmas. Este que não passa de uma mão cheia de nada e que enche a outra de coisa inexistente, ou nenhuma. Este que, relevância tal, coordena vidas, leva-as onde sempre desejaram ou então, por tamanha desorientação, leva vidas à ruina. Este, que de pensamento nada passa, deriva na mente em esfuziantes imagens, relutantemente recriadas pela retina num processo totalmente contraditório, não fosse inconsciente, ao qual se junta os espasmos corporais nos quais nada tem poder para segurar.
O que quero dizer? É simples, retórico não fosse: o sonho é tudo, tragam-me o nada e mostrem-me as diferenças. A confusão é de que o nada ninguém sabe, tamanha incompreensão; agora o tudo sabem existir, mas de nada sabem deste também; mostrem-me a diferença então.
E é porque a relutância não permite o visionamento incontornável da totalidade, sempre para a parcialidade caminha; mas porque será que temos o nada e o tudo no nosso interior, se esses momentos são dados aquando o nosso estado de maior inconsciência? Talvez para poupar espaço cortical cerebral; ou para não ser fiel a memória deste; que venha o diabo a escolha. O sonho...
Mas calma... Para que é que o adolescente tenta resolver esta questão se ainda abrange mais confusão? Tirem-me a caneta da mão.



hugããão, escreves mesmo bem :D
ResponderEliminartens uma capacidade de escrever, incrivel :')
sabes, eu sonho muito, se calhar é por isso que tenho sempre grandes desilusões ;)
(L)
Expressas-te tão bem *.*
ResponderEliminarGostei mesmo.