Incontrolável a sede de escrever sem propósitos; entretanto, tudo nasce e tudo morre, logo o propósito viverá sempre em mim até morrer, pois é no humano que nasce. E, se de nascer se fala, de morte falar-se-á; ou falar-se-ia, dado que esta terrível e pesarosa dor de cabeça parece não me querer abandonar.
Sim, eu tenho problemas, não fosse este indeterminado em género, acabado em "a" e chamado por "o": o meu querido pior problema. Atormenta-me abandonar tudo o que conquistei mas, se a vida é incerta, é para a nova conquista que caminho, daí nada do que conquistara importar alguma vez mais. Mas nem tudo é um mar de rosas. Parece que escrevo sem sentido, não me percebo. Estranha a desconquista, se tal palavra ou, até, acontecimento existe; conheço-te tão bem, há três anos, fará proximamente tal data, eras apenas um ser inculto, oculto talvez, mas sempre funcionaste como um íman, tal magnetização que tens que sempre me tiveste por perto. Mas, se não te conquistei o suficiente, maior culpa tu tens pois esforço foi o que não faltou em mim; aliás, em tudo o que faço é requerido o meu suor, nem que em forma de sangue o seja. Continuando, se tal me permitir a minha cabeça que, neste momento, lateja contra a actividade proposta sem sentido, vou voltar às origens, nada aqui me prende; mas, como a soma das partes é surpreendente maior que o todo, deixo cá algo em ti que nunca irei reaver. É verdade jovem, conseguiste fazer o que ninguém conseguira antes, escrevo um texto direccionado a um nome apenas, carta séria não se tratasse, e deixo-te um pedaço de mim, metade inteligência, metade sentimento, que espero que não o trates e deixes morrer. Exacto, deixa morrer, para melhor poder eu ficar, para vida poder ter. Nunca ligaste ao que te digo, não acreditavas quando da verdade falava e, sem quaisquer problemas, rara palavra esta, dizias que a tua escolha seria eu, se tal pudesses fazer.
O pior é que tal escolha já podes fazer; simplesmente não o queres. Pára cabeça minha, que sofrimento me trazes... E é por isso que, sem ter nada para me fazer ficar por esta bela cidade ladronificada, entusiasta, esfuziante, massacrada, me despeço de ti com um 'vem comigo' ou 'faz-me cá ficar, aguardo resposta', sendo estas frases um pedido de repensares.
E, se te lembrares de mim após fazeres uma decisão que sei, porventura, não ser nenhuma destas, lembra-te: vou ser infeliz, para a tua própria felicidade pois eu, Ana Filipa Baptista Borges, não sei que mais fazer para te tirar de dentro de mim.
(Parece-me que, no final de contas, tenho tantas dores de cabeça que de nenhuma delas me irei safar, jamais, jamais. )
Sim, eu tenho problemas, não fosse este indeterminado em género, acabado em "a" e chamado por "o": o meu querido pior problema. Atormenta-me abandonar tudo o que conquistei mas, se a vida é incerta, é para a nova conquista que caminho, daí nada do que conquistara importar alguma vez mais. Mas nem tudo é um mar de rosas. Parece que escrevo sem sentido, não me percebo. Estranha a desconquista, se tal palavra ou, até, acontecimento existe; conheço-te tão bem, há três anos, fará proximamente tal data, eras apenas um ser inculto, oculto talvez, mas sempre funcionaste como um íman, tal magnetização que tens que sempre me tiveste por perto. Mas, se não te conquistei o suficiente, maior culpa tu tens pois esforço foi o que não faltou em mim; aliás, em tudo o que faço é requerido o meu suor, nem que em forma de sangue o seja. Continuando, se tal me permitir a minha cabeça que, neste momento, lateja contra a actividade proposta sem sentido, vou voltar às origens, nada aqui me prende; mas, como a soma das partes é surpreendente maior que o todo, deixo cá algo em ti que nunca irei reaver. É verdade jovem, conseguiste fazer o que ninguém conseguira antes, escrevo um texto direccionado a um nome apenas, carta séria não se tratasse, e deixo-te um pedaço de mim, metade inteligência, metade sentimento, que espero que não o trates e deixes morrer. Exacto, deixa morrer, para melhor poder eu ficar, para vida poder ter. Nunca ligaste ao que te digo, não acreditavas quando da verdade falava e, sem quaisquer problemas, rara palavra esta, dizias que a tua escolha seria eu, se tal pudesses fazer.
O pior é que tal escolha já podes fazer; simplesmente não o queres. Pára cabeça minha, que sofrimento me trazes... E é por isso que, sem ter nada para me fazer ficar por esta bela cidade ladronificada, entusiasta, esfuziante, massacrada, me despeço de ti com um 'vem comigo' ou 'faz-me cá ficar, aguardo resposta', sendo estas frases um pedido de repensares.
E, se te lembrares de mim após fazeres uma decisão que sei, porventura, não ser nenhuma destas, lembra-te: vou ser infeliz, para a tua própria felicidade pois eu, Ana Filipa Baptista Borges, não sei que mais fazer para te tirar de dentro de mim.
(Parece-me que, no final de contas, tenho tantas dores de cabeça que de nenhuma delas me irei safar, jamais, jamais. )



Já faz algum tempo que não te escrevo, e eu queria dizer-te que mais uma vez, provámos um ao outro o quanto somos imortais!
ResponderEliminarE sabes o que é melhor no final de tudo? É olhar para trás e ver que depois de cada obstáculo nós voltamos sempre mais fortes; É ver que depois de cada conversa, nós voltamos sempre melhores; É sentir que depois de cada abraço, nós ficamos mais inseparáveis; É saber que quando tudo acaba, nós voltamos sempre a nós.
E sabes mais, sabes ó que é mais reconfortante depois de um sorriso teu?
É saber que ele é eterno; É ter a certeza que apesar de tudo, eu tenho-te sempre comigo; É saber que parte do que sou é por te ter na minha vida; É saber que há momentos que duram para sempre, Obrigado.
amo-te (L)
wow, que bonito
ResponderEliminarcomo eu te percebo. a simples necessidade de escrever qe nos alimenta. msm qe nao nos deparemos cm nenhum assunto em particular, precisamos de escrever. uma forma deexpressao, de explodir sentimentos, de despertar e de reviver momentos.
ResponderEliminara cabeça segue os dedos, nao sei bem o qe me comanda, nao sei bem o qe m faz escrever estas palavras, mas elas saem com tamanha força e veracidade.
escrever é mágico e tdo o qe de melhor pode haver =)
excelente blog, adoro os textos **