Hoje abri o dicionário e encontrei-me numa palavra.
Bem, para começar, ninguém é igual ao seu próximo ou ao seu anterior, haverá sempre uma melhoria (ou não) de personalidades, qualidades, etc. Porém, uma teoria, diria eu, utópica tornou-se pública, a qual diz que todos os seres humanos têm um sósia num canto do planeta, lugar que a nós será incerto, mas que, por alguma fortuna, nos podemos cruzar com este indivíduo (penso que o autor de tal comentário teórico foi Carlos Castaneda, autor de, por exemplo, "A Erva Do Diabo").
Não é concebível tal pensamento. Será biologicamente impossível que o ser humano tenha, certamente, um igualíssimo a si. Temo esta ideia, odeio-a, desrespeito-a e acordo-a como utópica, impossível. Cada ser tem um dom e cada dom é intransmissível pois todos eles, em algum retoque, são diferentes, apesar de semelhantes.
Porém, há dons normais, de um lado, e, por outro lado, capacidades para obter tais dons com a experiência. É por isto que não concordo com este facto; a capacidade humana é singular, é única, ninguém tem a mesma, tal como uma impressão digital. É totalmente intransmissível a cem por cento (talvez provável transmissão a baixas percentagens) e cada um transforma a sua capacidade naquilo que deseja.
Eu? Eu transformei-a em ideias e em energia. Não vou ficar preso a um só dom quando milhares posso ter.
Bem, para começar, ninguém é igual ao seu próximo ou ao seu anterior, haverá sempre uma melhoria (ou não) de personalidades, qualidades, etc. Porém, uma teoria, diria eu, utópica tornou-se pública, a qual diz que todos os seres humanos têm um sósia num canto do planeta, lugar que a nós será incerto, mas que, por alguma fortuna, nos podemos cruzar com este indivíduo (penso que o autor de tal comentário teórico foi Carlos Castaneda, autor de, por exemplo, "A Erva Do Diabo").
Não é concebível tal pensamento. Será biologicamente impossível que o ser humano tenha, certamente, um igualíssimo a si. Temo esta ideia, odeio-a, desrespeito-a e acordo-a como utópica, impossível. Cada ser tem um dom e cada dom é intransmissível pois todos eles, em algum retoque, são diferentes, apesar de semelhantes.
Porém, há dons normais, de um lado, e, por outro lado, capacidades para obter tais dons com a experiência. É por isto que não concordo com este facto; a capacidade humana é singular, é única, ninguém tem a mesma, tal como uma impressão digital. É totalmente intransmissível a cem por cento (talvez provável transmissão a baixas percentagens) e cada um transforma a sua capacidade naquilo que deseja.
Eu? Eu transformei-a em ideias e em energia. Não vou ficar preso a um só dom quando milhares posso ter.
Indescritível, adj. 2 gén. que não se pode descrever; fig. extraordinário.



Sempre que conheço alguém que tem um irmão exactamente igual a este, um gémeo verdadeiro, pergunto-lhe se não acha estranho o facto de ter diariamente, à frente dos seus olhos, o retrato de si mesmo, o seu espelho. Na maioria das vezes, essas pessoas dizem-me que não acham estranho, chegam a considerar engraçado. Não posso dizer que não diria o mesmo no lugar deles, nunca tive de viver com o facto de ter todos os dias alguém ao meu lado exactamente igual a mim. Mas na verdade, prezo-me por ser eu mesma, por não haver ninguém como eu. Mas mesmo que houvesse, no outro lado do mundo, ou até mesmo aqui em Portugal, eu não iria ver como um "pesadelo", porque no fundo somos bastante diferentes, só a "embalagem" é que aparentemente é igual.
ResponderEliminarNão resisti :)