...e o sol, que tal vai o sol? O sol vai lá no alto de tudo... Não, afinal o sol está bem no centro do Universo; que sol este comparado com coração que necessitamos para viver. Esquecemos que o sol nos dá prazer, é verdade, mal nos bate um raio luminoso na cara após uma chuvada intensa de um inesquecível tórrido Junho inexistente enriquecemos de sentimentos calorosos que se interligam com o centro que não é o som, mas sim o nosso sol, o coração.
Este sol que é o sol sendo o nosso sol e não o sol meu ou teu acabar-se-á um dia, tal qual o sol que não é o nosso sol mas é o meu e teu sol, mas este não se acaba mesmo, continua no mundo enquanto o primeiro sol durar. Mas será que este sol que não é sol continua o mesmo?
O sol afinal é estranho, porque sóis há muitos mas nenhum tem dono, perceber-se-á isso devido à ousadia de se dizer que um coração nos pertence, quando afinal esse sol irradia milhões de raios calorosos e, de vez em quando, atinge exactamente o que quer atingir; é certeiro.
Esqueci-me de uma parte: o sol provoca cancro na pele. Nem tudo o que é bom faz bem. Nem tudo o que bate mil vezes baterá mil e uma. Nem tudo o que dorme acorda. Nem tudo o que é mau fica bom. E conviver com o mau, com o defeito? Ninguém se habitua à desgraça quando a graça poderá existir? Que erro humano é este? É normal talvez pois errar é humano; então mas se eu consigo lidar com o defeito de fabrico há os mais-que-os-outros que não o conseguem porquê? E mais, se eu melhoro, sou condenado por não melhorar ainda mais? E se ninguém vir que o meu sol está fraco?
O sol de verão é o mais apreciado.
Eu prefiro o de inverno. Este sol está coberto por nuvens e neblina e poeira e vapor de água e por ti também e por mim ocasionalmente e por outros e por mais e por menos e por vezes nem me dou conta de tal acontecimento; não deveriam estar todos atentos às estações do ano? Parece que já não existem estações e mais vale destapar o meu sol no seu verão, deixá-lo requisitar a praia que mais aprecie, mesmo que esta não o aprecie ou que esta o aprecie mas não queira ou até mesmo que esta o aprecie. O meu coração não pode estar sempre envolto em águas e pós, tem que infiltrar nele algo, é o que estou sempre à espera que aconteça e geralmente acontece, mas sou eu que infiltro tal algo falado que de algo nada tem mas alguém necessariamente e de necessidade vive ele e para aparar tal necessidade em outrem também é organizado e se outrem não o quiser não se põe à prova e se à prova se puser que me saia bem com o meu estimado sol e sol este que de sol nada tem e não é o nosso sol e não sei se o queres para teu sol mas necessito eu dele para meu sol.
Hoje estou em estado lunático. Ou talvez não. Estará a chover lá dentro? Afinal quero sol, mas o sol que não é o nosso sol, mas sim o meu sol e, se quiseres, o teu também.
Percebes a ironia?
Este sol que é o sol sendo o nosso sol e não o sol meu ou teu acabar-se-á um dia, tal qual o sol que não é o nosso sol mas é o meu e teu sol, mas este não se acaba mesmo, continua no mundo enquanto o primeiro sol durar. Mas será que este sol que não é sol continua o mesmo?
O sol afinal é estranho, porque sóis há muitos mas nenhum tem dono, perceber-se-á isso devido à ousadia de se dizer que um coração nos pertence, quando afinal esse sol irradia milhões de raios calorosos e, de vez em quando, atinge exactamente o que quer atingir; é certeiro.
Esqueci-me de uma parte: o sol provoca cancro na pele. Nem tudo o que é bom faz bem. Nem tudo o que bate mil vezes baterá mil e uma. Nem tudo o que dorme acorda. Nem tudo o que é mau fica bom. E conviver com o mau, com o defeito? Ninguém se habitua à desgraça quando a graça poderá existir? Que erro humano é este? É normal talvez pois errar é humano; então mas se eu consigo lidar com o defeito de fabrico há os mais-que-os-outros que não o conseguem porquê? E mais, se eu melhoro, sou condenado por não melhorar ainda mais? E se ninguém vir que o meu sol está fraco?
O sol de verão é o mais apreciado.
Eu prefiro o de inverno. Este sol está coberto por nuvens e neblina e poeira e vapor de água e por ti também e por mim ocasionalmente e por outros e por mais e por menos e por vezes nem me dou conta de tal acontecimento; não deveriam estar todos atentos às estações do ano? Parece que já não existem estações e mais vale destapar o meu sol no seu verão, deixá-lo requisitar a praia que mais aprecie, mesmo que esta não o aprecie ou que esta o aprecie mas não queira ou até mesmo que esta o aprecie. O meu coração não pode estar sempre envolto em águas e pós, tem que infiltrar nele algo, é o que estou sempre à espera que aconteça e geralmente acontece, mas sou eu que infiltro tal algo falado que de algo nada tem mas alguém necessariamente e de necessidade vive ele e para aparar tal necessidade em outrem também é organizado e se outrem não o quiser não se põe à prova e se à prova se puser que me saia bem com o meu estimado sol e sol este que de sol nada tem e não é o nosso sol e não sei se o queres para teu sol mas necessito eu dele para meu sol.
Hoje estou em estado lunático. Ou talvez não. Estará a chover lá dentro? Afinal quero sol, mas o sol que não é o nosso sol, mas sim o meu sol e, se quiseres, o teu também.
Percebes a ironia?



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